Heveicultura (seringueira)
Desenvolvimento da Heveicultura através do aporte de elementos de modernização e qualidade, e de tecnologias alternativas para a produção e fornecimento de produtos.
Para que serve?
Ações direcionadas para a busca da viabilidade econômica da atividade, em equilíbrio com os aspectos sociais e ambientais, promovendo a sustentabilidade do processo.
Por meio de encontros teórico-práticos, e visitas a campo, que visam o aporte tecnológico e intervenções técnicas, o produtor recebe informações e treinamento para:
- Adequação do manejo da atividade, em conformidade com as técnicas racionais de manejo.
- Aplicação dos preceitos da produção com qualidade.
- Estimular o aumento da produtividade e a produção de látex, com ênfase no controle de qualidade.
- Trabalhar os quesitos de produção sustentável com intuito de aumentar a produção de látex com qualidade.
- Estimular a estruturação e a integração das áreas de produção, visando à organização da cadeia produtiva interna e a otimização dos recursos.
- Atuação sistêmica no desenvolvimento de planejamento de produção de látex, a fim de atingir objetivos comercias de quantidade ajustada à demanda, qualidade solicitada pelo mercado e regularidade correta de entrega, para a satisfação dos envolvidos na cadeia produtiva.
Como funciona?
Os trabalhos são desenvolvidos em aplicações teórico-práticas, utilizando-se de duas ferramentas principais: Atendimento coletivo e Atendimento individual.
Atendimento coletivo: Atendimento de grupo com repasse das tecnologias de produção agrícola em encontros periódicos, em que serão desenvolvidos aspectos teóricos e práticos da atividade.
Atendimento individual: Atendimentos in loco, com visitas periódicas de consultoria às propriedades, para proposição de ajustes e soluções de manejo em conformidade com os problemas constatados e objetivos traçados.
Confira o conteúdo programático:
Atendimento coletivo
- Tecnologia de produção da cultura da seringueira.
- Comercialização e Gestão da atividade.
- Sangria da seringueira.
- Pragas e doenças da seringueira.
- Produção de mudas e implantação de seringueira.
- Manejo da cultura da seringueira.
Atendimento individual
- Diferentes aspectos para definição da melhor tecnologia / Diferentes tecnologias e suas implicações no processo produtivo.
- Critérios para coleta de informações para gestão da atividade / Importância e forma de análise dos dados coletados / Planilhas de controle da atividade / Lógica de funcionamento do mercado de borracha.
- Sistemas de manejo de sangria e plano de sangria / Manejo e os problemas fitossanitários que ocorrerem no painel e comprometem a produtividade / Melhores técnicas de manejo do seringal, de acordo com a realidade da região.
- Métodos de controle de pragas e doenças na cultura / Tomada de decisão para o controle de pragas através do manejo integrado de pragas e produtos sustentáveis (alternativos) disponíveis.
- Montagem de viveiros e controle fitossanitário para produção de mudas de qualidade / Definição de cavalos e clones de melhor produtividade na região / Critérios a serem levados em consideração na escolha da área para implantação da cultura / Análise do custo de implantação, produção e rentabilidade da cultura.
- Escolha do melhor manejo produtivo / Manejo utilizado e proposição de ajustes / Quadro de manejo anual para a cultura.
- Avaliar o desempenho das tecnologias ao longo do tempo / Ajustes para adequação da tecnologia à realidade local.
- Análise de dados de gestão / Consistência dos dados coletados / Ajuste nas planilhas de controle da atividade, se necessário / Desempenho da atividade a partir dos dados coletados.
- Avaliação do funcionamento do sistema de sangria adotado / Sangria x sustentabilidade da atividade.
- Avaliar a eficiência dos métodos de controle de pragas e doenças adotadas / Desempenho do manejo integrado de pragas adotado.
- Sistema de produção de mudas nos aspectos necessários / Critérios para avaliação futura sobre o desempenho das mudas.
- Tecnologia empregada no manejo da cultura / Sustentabilidade do sistema / Critérios para avaliação de tecnologias.












